Hoje vou postar sem fotos, não consegui conectar a internet no meu computador, estou em um computador totalmente estranho para mim. Por falar em fotos, quero fazer uma observação na última postagem. A ultima foto, a mulher estava trabalhando como ajudante de pedreiro, fazia trabalhos pesados, a foto foi tirada quando parou para uma breve pausa.
Pune não é uma cidade turística por isso os preços são reais, e inacreditável quando a gente converte. Dá vontade de comprar tudo, mas temos que "segurar a onda", senão as bagagens pesam muito e ainda temos várias viagens pela frente. Resolvemos "arrastar o sari no mercado,"pegamos um rikisho e fomos até uma rua chamada Mahatma Gandhi Road. O trânsito da Índia é famoso pela loucura, motos, carros, rikishos, bicicletas e muitas pessoas. Buzinas soam o tempo todo, para eles não são ofensivas, elas indicam ultrapassagens e obrigam pedestres saírem da frente, mesmo que eles estejam corretos. Gestos com as mãos fazem papel das setas. Aqui contraria-se a lei da física: dois corpos podem, sim, ocupar o mesmo lugar no espaço e se brincar ate três. Eles nunca param, mesmo que seja em um cruzamento, no máximo diminuem a velocidade, vale tudo passar pela calcada, desviar, ir pela contra-mão até ficar cara-a-cara com o outro, passar entre dois carros ou rikishos onde você olha e vê que não tem espaço e pensa: não cabe... não cabe... como num passe de mágica fazem caber. Nesta altura ou você morre do coração ou abstrai e acha tudo fantástico (Rs!). No meu caso desde o inicio fiquei com a segunda opção.
Chegamos a uma rua superlotada, é preciso muito cuidado, atravessa-las é quase uma missão impossível. Não há semáforos, nem lei, toda atenção e pouca nesta hora. Entrar nas lojas e descobrir as maravilhas que cada uma oferece é fascinante, sem falar nos preços que são convidativos.
Continuo depois...
Pune não é uma cidade turística por isso os preços são reais, e inacreditável quando a gente converte. Dá vontade de comprar tudo, mas temos que "segurar a onda", senão as bagagens pesam muito e ainda temos várias viagens pela frente. Resolvemos "arrastar o sari no mercado,"pegamos um rikisho e fomos até uma rua chamada Mahatma Gandhi Road. O trânsito da Índia é famoso pela loucura, motos, carros, rikishos, bicicletas e muitas pessoas. Buzinas soam o tempo todo, para eles não são ofensivas, elas indicam ultrapassagens e obrigam pedestres saírem da frente, mesmo que eles estejam corretos. Gestos com as mãos fazem papel das setas. Aqui contraria-se a lei da física: dois corpos podem, sim, ocupar o mesmo lugar no espaço e se brincar ate três. Eles nunca param, mesmo que seja em um cruzamento, no máximo diminuem a velocidade, vale tudo passar pela calcada, desviar, ir pela contra-mão até ficar cara-a-cara com o outro, passar entre dois carros ou rikishos onde você olha e vê que não tem espaço e pensa: não cabe... não cabe... como num passe de mágica fazem caber. Nesta altura ou você morre do coração ou abstrai e acha tudo fantástico (Rs!). No meu caso desde o inicio fiquei com a segunda opção.
Chegamos a uma rua superlotada, é preciso muito cuidado, atravessa-las é quase uma missão impossível. Não há semáforos, nem lei, toda atenção e pouca nesta hora. Entrar nas lojas e descobrir as maravilhas que cada uma oferece é fascinante, sem falar nos preços que são convidativos.
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