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21/10/2013

Pessegueiro/ Decoração Gaaya - Primeira Parte

Completar 60 anos de idade na Índia, significa uma transição, ou seja, uma passagem para a terceira fase da vida. Nessa fase, considerada especial, as pessoas se dedicam à prática do Dharma. Isso implica em uma busca mais intensa da vida espiritual.
Eu já sabia dessa tradição. Talvez também por esse motivo e pelo fato de já conhecer e gostar muito da nossa cliente eu me senti honrada e feliz por ter sido convidada para decorar esta festa.
Dinâmica e simpática, a dona da festa que está completando 60 anos nos indicou o caminho. Seguindo algumas recomendações e sugestões, eu, o Neto e a Nalini fizemos as escolhas para a decoração. O estilo segue uma tendência clássica com um toque de simplicidade... As rosas foram as escolhidas. As cores puxavam para os tons claros e suaves: pêssego, rosa, branco e bege. Só os sousplat e bows exibiam a cor azul claro. E por falar em pêssego, eles estavam por toda parte. Enlaçados com cordões de seda na cor bege sobre os guardanapos de linho que, por sua vez, descansavam sobre os sousplats azuis. Seus galhos ainda com folhagens viçosas faziam companhia para as flores nos arranjos grandes. Preenchiam os pequenos bows. Estavam também na estampa da decoração do bolo. Potinhos com geléia caseira de pêssego feita pela minha irmã Cláudia foram distribuidos como lembrança. E por falar em lembrança,  me lembrei que hoje eu experimentei esta geleia e digo que foi a melhor e mais saborosa geléia que eu já comi em toda a minha vida. Exagero?! Não mesmo! Estava realmente Divina!
Voltando...
 Escolhido pela anfitriã, o tema é cheio de significados. O pessegueiro simboliza o ressurgimento e a continuidade da vida. Seus galhos retorcidos exibem uma aparência de dureza, especialmente durante sua árida existência no inverno; ainda que dentro de si guarde mistério e beleza, a promessa da Primavera. O pessegueiro florescendo na geada de Janeiro é o simbolo de esperança e tolerância.
Você já pensou em algo assim quando vai a uma festa?
Você já pensou que tudo ali pode ter um significado ou uma menssagem?
Interessante, não?!








































Fotos: Nalini Ruguê
Móveis, louças e objetos: Santa Ceia

14/10/2013

Somos Gaaya

Oi, meu nome é Nalini, sou filha da Edilene e esposa do Neto donos do Gaaya arte e decoração. Invadi o blog para fazer esta postagem na calada da noite!
Estava procurando algumas fotos no acervo e encontrei várias fotos tiradas pelo excelente fotógrafo Hick Duarte e vi momentos captados por ele que jamais voltaram, claro, afinal o motivo para fotografar é manter aquele exato momento em que você flagrou uma imagem que merece ser lembrada pra sempre. E devo confessar que agradeço a ele por estas fotos, de repente uma onda de saudosismo me atingiu ao som de Lana Del Rey - Young and Beautiful, é... deu bem certo!
Hoje, com esse projeto atelie/casa, tudo é uma coisa só pra nós.
Acordo vejo arte, saio da garagem sempre de cara com a vitrine, vou no quintal e me deparo com arte em cada canto, "jogado" ali despretensiosamente.
Isso, é claro! Não há esforço no quesito ser e estar artista para esses dois, simplesmente flui, aqui e ali. E em homenagem à empresa Gaaya que tenho amor e até apego e aos meus queridos e preferidos artistas que fiz esta postagem, com a ajuda do olhar apurado de Hick!




















01/10/2013

Bolo - Clássico de festa/Decoração Gaaya - Terceira Parte

O bolo em nova versão é, na verdade, um naked cake. Posicionado em uma das laterais da mesa de jantar, ele tem, como companhia, uma enorme bacia vazada, trabalhada com pequenas folhas de metal. Dentro dela, musgos e suculentas preenchem elegantemente todo o espaço. Pratos com docinhos e algumas flores compartilham esse mesmo lugar. Na outra lateral há pães, queijo e castanhas, aguardando para serem "beliscados".
























Bolo e pães - Cozinha da Alice
Grissini - Sonho Doce, Cláudia Lasmar
Fotos: Nalini Ruguê e Marcel Gussoni

29/09/2013

Um jantar informal, em ambientes enriquecidos pelos objetos/Decoração Gaaya - Segunda Parte

Favorecida pelo tamanho, a  mesa, neste outro ambiente, exibiu vários objetos, inclusive uma enorme peça de destilaria. Ela acomodava os cubos de gelo e as bebidas. Outras peças tinham funções inusitadas. A pá de ferro que sustentava os pães de queijo. Os galhos de figueira se mostravam dentro dos grandes garrafões transparentes... Todos esses detalhes determinaram o estilo da festa.










































Fotos: Nalini Ruguê e Marcel Gussoni