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12/01/2012

Marcio Kogan e suas "casas de arte"

Eu confesso: quero uma casa aberta, com muita luz, muito verde, aconchego, objetos de arte... um refúgio! Na verdade, para interpretar corretamente o meu sonho eu escolheria o premiado arquiteto brasileiro Márcio Kogan. Seus projetos mostram detalhamento minimalista, espaços internos com aberturas generosas, volumes, sobreposições, texturas, blocos que parecem flutuar, mobiliário moderno e uma real interpretação dos desejos de seus clientes.
O que mais posso querer!?






Fotos via Arquitetando

09/01/2012

Tudo prático

Assistindo o programa Decora da GNT, achei interessante a matéria sobre a reforma de um banheiro antigo. Para esconder o azulejo velho, a decoradora usou um revestimento de placas cimentícias. Fiquei surpresa com a praticidade e com o resultado! Sem quebradeiras e nem sujeiras, a montagem é simples e rápida. Ontem foleando a revista Arquitetura e Construção de Outubro de 2011, li a matéria intitulada  "Tudo Prático" e mais uma vez me deparei com as placas cimentícias, agora usadas no piso do apartamento do filho do arquiteto João Armentano. Pesquisei na internet e encontrei várias referências, uma delas dizia: "essas placas foram desenvolvidas para execução de projetos que exijam praticidade e resistência a umidade, intempéries, impacto além de serem imunes a fungos e insetos. São utilizadas em paredes internas ou externas, pisos, fachadas, entre outras." As empresas Eternit e Brasilit disponibilizam essas placas em várias dimensões e tamanhos. Elas podem ser impermeabializadas ou não. Então para quem gosta do aspecto do concreto, do cimento queimado e quer praticidade, essa é uma boa dica.

Imagem revista Arquitetura e Construção, outubro 2011


As paredes da fachada desta casa são placas cimentícias pintadas de branco neve - Imagem via Sistemas construtivos

Aqui é igual, as paredes são placas cimentícias. - Imagem via Blog Assim eu gosto

02/01/2012

Vamos começar o ano tomando um café?

Enquanto meu marido está na Índia, eu convido vocês para tomarmos um cafezinho em Budapeste. Nosso destino é o Café Gerbaud, uma típica doceria húngara que existe desde 1858. Admirar sua arquitetura rica em detalhes é como viajar no tempo. Dá para passar horas nesse lugar imaginando um passado que não volta, mas está lá gravado para sempre.











Não sei se o café é tão bom quanto o nosso, mas o lugar é lindo!

Foto: Robert Manuz e Fritte

31/10/2011

Arquitetura moderna

Para quem gosta de arquitetura moderna esta casa é como uma bela obra de arte. Ela fica em Montecito CA, pertence a Mies Van Der Rohe. Além do bom gosto, o projeto minimalista do arquiteto Steve Hermann inclui: plataforma flutuante, lotes de vidro que estabelece uma ligação direta com a natureza, ventilação e luz natural. Esse conforto contemporâneo se abre para o verde e mantém-se como um inusitado reduto de contemplação.














Arquiteto: Steve Hermann
Via: Meta Interiors

16/09/2010

Uma pequena casa de praia

Bem que poderia ser uma daquelas casinhas que crianças desenham, ou então aquelas de livros de histórias infantis, com telhados inclinados e linhas retas. Se não fosse por um painel de vidro que rasga a fachada da casa, contrastando e destacando o acabamento rústico da madeira.Outra grande abertura também fazendo uso do vidro, integra o interior à paisagem que se tem ao fundo. Dentro uma divisória de madeira separa e dá privacidade aos quartos como também tem a função de apoiar o mezanino que deixa o quarto do casal num pavimento superior. A cozinha funciona como extensão da sala de estar e recebe móveis de linhas retas e simples, mas não menos charmosos. Mesmo pequena, os ambientes ficam bem iluminados. A simplicidade, mistura de materiais e a funcionalidade do projeto deixam a casa perfeita para o lazer.
Casa de praia da designer inglesa Nina Tolstrup






11/09/2010

Ricardo Logorreta, arquiteto contemporâneo nascido no México

Exuberantes tons de azul-anil, rosados e cor de açafrão tornaram tão reconhecível sua arquitetura. Para Ricardo, a arquitetura não tem como fugir da cor: "É um elemento muito positivo. Está ligada à cultura e aos hábitos de um povo. Nos países latinos usamos a cor de forma mais livre e intuitiva". Outra marca do arquiteto são os espaços volumosos, grandiosos, e de impecáveis proporções. "Não basta que a casa seja fotogênica, que saia bem na revista. Tem que fazer felizes adultos e crianças. È preciso que nela a luz penetre, atravesse e ilumine cada canto, não importa se vindo do sul ou do norte, mas de forma natural". A água fluida, sonora e sensível aos efeitos da luz do sol, é outro elemento essencial usado por ele. "Tratá-la como uma joia, de forma delicada, faz parte da tradição islâmica, uma influência árabe maravilhosa que nos chegou através da Espanha".
Aos 79 anos, diz: "Do que não gosto de fazer é de não fazer nada. Precisamos estar sendo sempre desafiados. Só me interessa fazer o que vai trazer felicidade".
Casa Vogue - Julho 2010