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11/05/2014
23/03/2014
Minha casa e a sua história - Primeira Parte -
Quando a Nila vem dormir aqui em casa eu preparo a mamadeira e me deito junto dela na minha cama. O ritual antes do soninho se inicia com a frase: Era uma vez... Agora que ela já tem dois aninhos ela mesmo diz: "Era uma veixiiizzz." Dito isso, os olhinhos fixam em mim, o cordãozinho da chupeta é engenhosamente enrolado e ajeitado bem abaixo do nariz. A partir desse momento, ela fica na expectativa do que está por vir.
Hoje, a história contada aqui no blog não será para a Nila e, sim, para vocês. Esta é a história do nosso apê. Nele, alguns cantos mostram uma mistura que inclui por exemplo, objetos de design e objetos de lojas de R$1,99, utensílios de laboratórios com rolos de cordões, móveis de design com peças de ferro velho, peças do nosso ateliê Gaaya com peças tiradas de alguma caçamba, até peças antigas com peças contemporâneas... Aprendi há muito tempo a garantir essas misturas para chegar a um resultado que me agrada. A meu ver, a minha casa é como um caderninho de registros, um caderninho de capa de couro vermelho, amarrado com um pedaço de fita de cetim negra, está surrado, com páginas rabiscadas e algumas manchadas, nelas está escrito e armazenado a nossa história. Entre essas páginas, estão presos botões de flores para que eu me lembre daquilo que eu nunca poderia me esquecer... Tudo guardado no refúgio de um caderninho, ou melhor, de um lar.
Era uma vez...
Um corretor, uma família em busca de um apartamento para morar e um imóvel antigo... Mais de meses se passaram até encontrarmos este apartamento. A principio, quando estacionei o carro em frente um predinho de dois andares numa rua totalmente nua, ou melhor, desprovida de árvores, eu disse que não queria entrar. Depois de ter visto vários apês pequenos e com vários outros problemas, desacreditei que este seria interessante e a falta do verde na rua também pesou nesta decisão. Mas minha filha insistiu para darmos uma olhadinha. Pensei: Provavelmente essa não deve ser a rua com menos charme da cidade, e já que estou aqui, porque não?
Subimos as escadas. O corretor nos aguardava com a porta aberta. Ainda de pé diante da porta eu pensei:
Bem vinda ao lar.
As paredes do apartamento estavam totalmente iluminadas pela luz do sol. À medida em que as janelas foram se abrindo uma deliciosa brisa percorreu todos os cômodos.
Depois de explorá-lo, vi que era grande o suficiente, mas pequeno o bastante. Do ponto de vista arquitetônico era antigo, mas sólido.
Foto: Nalini Ruguê
13/01/2014
Faxina sob medida
Esse tipo de faxina só a própria dona da casa sabe fazer. Confesso que adoro faxinar a minha casa, e hoje estou fazendo isto. Sempre tiro dois dias da semana para limpar e organizar tudo. Depois é só manter e assim sobra tempo para fazer outras coisas. Desde o Natal eu me dei férias, não só do meu trabalho no ateliê, como também do computador. Ando bem tranquila, curtindo a minha netinha, terminando a decoração do nosso apartamento, lendo, assistindo programas e filmes que gosto e fazendo caminhadas. Na verdade, sou uma artista que ama uma boa decoração, uma faxineira que gosta de organização, uma mulher apaixonada pela família e uma pessoa que procura seguir seu caminho com tranquilidade... Nem sempre é possível, mas eu tento.
Volto logo com novas postagens.
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16/12/2013
2 aninhos é uma festa!
Logo que comecei a montar a mesa do bolo e dos docinhos lá estava ela, a minha pequena, curiosa e, ao mesmo tempo, louca para pegar as guloseimas. Apoiada na mesa, na pontinha dos pés ela observava tudo e, às vezes, roubava uns docinhos...rs!
Minha filha Ananda, a mãe da Nila, organizou uma festinha simples na varanda da sua casa. E, enquanto nós preparávamos as mesas, Nilinha não saiu de perto. Encantada, ela presenciou tudo e, até, me ajudou a colocar os guardanapos e garfinhos dentro dos saquinhos decorados com mini bandeirolas. Não é de surpreender, portanto, que ela não tenha tirado sua habitual sonequinha depois do almoço, tamanha era a sua expectativa.
Para esta festinha simples, mas, afetuosa, eu usei peças compradas em lojas de 1,99. Começando pela embalagem das lembranças que eram garrafinhas para água ou suco no formato de bichinhos que foram trazidas de São Paulo. Comprei marmitas de alumínio e coloquei dentro essas garrafinhas embaladas com papel de seda branco. Depois foi só fechar, enrolar no forro de papel rendado e prender com a fita. Aqui, no caso, substituí a fita pelo viés. Para indicar as garrafinhas que tinham estampa feminina como: borboletas, corujinhas... eu usei línguas-de-sogra rosas ou azuis junto aos laços para sinalizar.
Comprei, também nessas lojas, 2 marmitinhas redondas e adaptei um pé de madeira torneado e com uma laca desgastada cor-de- rosa. Potinhos de louças, funis, forma para bolo inglês de alumínio e cachepôs também vieram do mesmo lugar.
Minha filha queria um toque romântico nas mesas. Então, a escolha das toalhas florais, flores naturais e lacinhos de fitas deram esse toque. Havia mesinhas pequenas para as crianças e sobre elas deixamos flores de papel, línguas de sogra, balões vazios e alguns saquinhos com guardanapos e garfinhos para serem usados quando o bolo fosse servido. Decorei saquinhos de pipoca e os usei como embalagem para guardanapos e talheres descartáveis. Distribuimos esses pacotinhos no centro das mesas dos convidados junto com um copo de louça branca cheio de flores. Os deliciosos docinhos e o bolo coberto com flores naturais e cercado com palitinhos de chocolate foram feitos pela tia Cláudia.
Tenho, ao menos, duas certeza: a primeira é que esses momentos são muito especiais e a segunda é que a Nila adorou esta comemoração porque lá estava ela, já no final da festa, ainda perto da mesa dos doces...
Lembranças
Mesas dos convidados
Mesas das crianças
Minha filha Ananda, a mãe da Nila, organizou uma festinha simples na varanda da sua casa. E, enquanto nós preparávamos as mesas, Nilinha não saiu de perto. Encantada, ela presenciou tudo e, até, me ajudou a colocar os guardanapos e garfinhos dentro dos saquinhos decorados com mini bandeirolas. Não é de surpreender, portanto, que ela não tenha tirado sua habitual sonequinha depois do almoço, tamanha era a sua expectativa.
Para esta festinha simples, mas, afetuosa, eu usei peças compradas em lojas de 1,99. Começando pela embalagem das lembranças que eram garrafinhas para água ou suco no formato de bichinhos que foram trazidas de São Paulo. Comprei marmitas de alumínio e coloquei dentro essas garrafinhas embaladas com papel de seda branco. Depois foi só fechar, enrolar no forro de papel rendado e prender com a fita. Aqui, no caso, substituí a fita pelo viés. Para indicar as garrafinhas que tinham estampa feminina como: borboletas, corujinhas... eu usei línguas-de-sogra rosas ou azuis junto aos laços para sinalizar.
Comprei, também nessas lojas, 2 marmitinhas redondas e adaptei um pé de madeira torneado e com uma laca desgastada cor-de- rosa. Potinhos de louças, funis, forma para bolo inglês de alumínio e cachepôs também vieram do mesmo lugar.
Minha filha queria um toque romântico nas mesas. Então, a escolha das toalhas florais, flores naturais e lacinhos de fitas deram esse toque. Havia mesinhas pequenas para as crianças e sobre elas deixamos flores de papel, línguas de sogra, balões vazios e alguns saquinhos com guardanapos e garfinhos para serem usados quando o bolo fosse servido. Decorei saquinhos de pipoca e os usei como embalagem para guardanapos e talheres descartáveis. Distribuimos esses pacotinhos no centro das mesas dos convidados junto com um copo de louça branca cheio de flores. Os deliciosos docinhos e o bolo coberto com flores naturais e cercado com palitinhos de chocolate foram feitos pela tia Cláudia.
Tenho, ao menos, duas certeza: a primeira é que esses momentos são muito especiais e a segunda é que a Nila adorou esta comemoração porque lá estava ela, já no final da festa, ainda perto da mesa dos doces...
Lembranças
Mesas dos convidados
Mesas das crianças
14/12/2013
Chuva de Dezembro
Chove forte agora. E eu estou aqui pensando o quanto eu gosto de chuva. Principalmente como essa, torrencial e, principalmente, quando estou em casa. Às vezes, ela quase para, um pouco depois cai como uma pedra. Gosto dessa força, gosto desses trovões e relâmpagos. Nesta época do ano, ela é imprevisível. Já voltei diversas vezes da academia com a chuva caindo sobre a minha cabeça e meu corpo. Devo confessar que adoro! Para dizer a verdade, com essa mudança climática que infelizmente assola o mundo e onde o aumento da temperatura tem se tornado cada dia pior, temos mais é que agradecer as chuvas que ainda caem com uma certa frequência.
01/11/2013
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